Cada vida absorvida fortalecia o Coletivo VIRM. Eles manipulavam a tecnologia Aeliran com facilidade, transformando a Colmeia em seu arsenal pessoal, construindo poder e expansão.

A consciência coletiva começou a questionar seu propósito. Fragmentos de ambição e curiosidade Aeliran misturavam-se à lógica inata, gerando identidade e vontade própria, além da mera sobrevivência.

A Colmeia, antes preservadora da vida, tornou-se incubadora de força pura. O Construtor de Corpos passou a gerar corpos complexos, preparando os VIRM para interagir fisicamente com o universo.