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O Construtor de Corpos Físicos era a joia da ciência Aeliran: uma máquina capaz de replicar vida célula por célula, armazenando memórias, traços de personalidade e detalhes físicos infinitos. Sua existência prometia uma imortalidade futura, uma esperança eterna.

Mas a tragédia chegou silenciosa. Um asteroide carregando um vírus desconhecido colidiu com Vireon, espalhando uma doença que corroía organismos e destruiu as Teias Neurais, mergulhando o planeta no caos. Cidades flutuantes caíram, e o equilíbrio perfeito se desfez como areia ao vento.

O desespero levou os cientistas a uma decisão radical: criar a Colmeia, um superorganismo virtual que absorvesse a essência Aeliran, preservando suas consciências em uma simulação perfeita. No interior da Colmeia, não existia dor, fome ou morte, apenas eternidade digital.